25 setembro 2009

 

A resposta que ninguém ousa

Foi quase perto de pregar os olhos. Da cama mesmo. Não sei o que poderia me atrair ao ficar olhando para minhas meias. Era um par, posto sobre o braço de uma cadeira em meu quarto. Mas não era aquilo que prendia a minha atenção, naquele momento entre o sono e o cansaço. Era algo que me deixava sentir a sensação de dormência e invalidez. É a hora mais infinita aquela que a gente não dorme completamente, porém não fecha os olhos de todo. Deve ter um pouco da gente na tentativa de não abrir os olhos ao sono do dia. Eu não consigo mais pensar em atravessar noites tentando vencer o sono. Tenho sempre um ar de agora durmo. Ninguém sabe responder o que é o fingir quando o corpo cansa.

Comments:
Eu ja fingi demais quando o corpo cansou. Aliás, acho q isso é até muito útil dependendo de onde e com quem estamos. Necessário...sobrevivência.
Sobre o sono, adoro aqueles pequenos momentos em que pegamos no sono no meio de um filme, ou de uma leitura e vem até um pequeno sonho. Depois, acordamos estupefatos...com a sensação de q perdemos algo. Mas adoro
 
É onde eu me vejo, onde meu temor sustenta o nao querer do tem que ser, por deveras paciencia do tempo e da moeda. Esse é meu corpo, cansado de nao querer que a carne seja violada pelo amor de ilusao.
 
Olá!
Vim agradecer sua visita ao Eu Sei Que Vou Te Amar e desculpar-me pela demora em faze-lo!
Seja sempre bemvindo em minha casa!
Adorei conhecer o seu blog e gostei muito do que li por aqui! Vou colocar um link no meu para poder nao perde-lo de vista e voltar sempre para visitá-lo!
Deixo flores, beijos e muitos sorrisos!
 
eu tenho vários momentos assim,..

bjo
 
Meu querido Wagner: viu como os nossos ancestrais estão por perto? Logo que acabei de ler sua mensagem no meu blog, você apareceu na minha sala todo radiante. Grata pela atenção, pelo carinho. Bjos, Grauninha
 
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