24 agosto 2009

 

Do que jorra

Deito ao teu lado como quem tem medo da chuva que cai. Francamente, não conhecia estes medos que em mim surgem de um momento para o outro. – é que são tantos rios desaguados que chego a pensar que a fonte que jorra só você pode entender. Apesar deixar algumas palavras de lado, é só o silêncio que me compreende. Deito para acordar. Levando para dormir. E mesmo sendo contrário ao que invento, aprendo a lição de deixar ser tocado como o trinco de uma porta. Passo a mão em minha testa; não, não é suor. É algo que me afronta. Deslizes talvez.

Comments:
porque - e enquanto - estamos vivos, jorram os sentimentos...
um belo texto, wagner.
abraços.
 
POr vezes temos medos de certas coisas que só descobrimos a sua existência em determinadas situações.


Bonitas palavras:D

Beijo
 
tenho mais medo dos meus defeitos que dos meus erros...

mais ou menos por ai.

texto diferente....gostei.
 
Seria o medo?
 
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