21 agosto 2008

 

Foto: Michael Phelps (Pequim, 2008)

O preço de um dia não fazer nada de importante!

“Ele não será capaz de fazer nada de importante!”, foi o que sentenciou a professora da escola primária à mãe de Michael Fred Phelps, quando ele tinha 9 anos. Acusando o pequeno Phelps de ser um aluno de fraco poder de concentração – por causa de sua hiperatividade – coisa que comprometeria o desempenho de suas atividades, sua professora, no primário, pouco apostou naquele aluno, que segundo ela, “nunca seria capaz de fazer nada importante, porque era incapaz de se concentrar”. Contrariando o diagnóstico de sua professora, Michael Phelps tornou-se o maior atleta olímpico de todos os tempos. Não obstante, este ícone das piscinas ao ganhar a primeira de suas 14 medalhas de ouro, em Atenas, no ano de 2004, confessou ter lembrado no pódio das palavras da professora, ouvindo o hino nacional norte-americano. A Própria mãe dele, Debbie, afirmou: “Ele também era difícil de lidar na hora das refeições, porque sempre tinha que estar fazendo alguma coisa com suas mãos”, coisa que o próprio Phelps afirma ser dado concreto: "Em meus dedos do meio eu gostava de ficar rodando lápis ou canetas, mas se eles não estivessem disponíveis na hora do jantar eu tentava usar o saleiro ou uma faca. Devia saber que não podia rodar copos de leite..." Desta forma, acredito que apesar da idade que tenha qualquer ser humano, sempre é arriscado julgar a capacidade alguém. Imaginem se Phelps se rendesse às palavras de sua professora? Talvez nunca tivesse quebrado 32 recordes mundiais, e conquistado o maior número de medalhas de ouro (oito) numa só edição na história dos Jogos Olímpicos de Verão, nos jogos disputados em Pequim, neste mês de agosto de 2008, superando as sete (7) medalhas de ouros de Mark Spitz conquistadas nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972. Portanto, aos 23 anos, ser o maior nome da natação mundial, foi o preço que Phelps pagou por ter acreditado em seu sonho. Pergunto: estamos dispostos a pagar o preço de não dar ouvidos às pessoas e correr atrás do que desejamos?


Comments:
Se não me engano disseram o mesmo de Freud.
 
Minha professora falou a mesma coisa a meu respeito...rs...só que eu acreditei...rs...

Bjos
 
Eu tô viu... =]
Seu post foi motivante, principalmente nessa nova etapa que me encontro.
=*
 
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