04 janeiro 2007

 
Foto do poeta André Luiz de Castro

O POETA VISITA A TERRA DA ÍNDIA DOS LÁBIOS DE MEL


Foi-se pra Fortaleza. “Férias merecidas”. Falo do poeta André Luiz de Castro. Fiquei sabendo de sua ida através do poeta Horttta (que, aliás, estrebucha por ter recebido garbosos elogios de outro poeta: Fabrício Carpinejar. Horttta dirá que a inveja me assola). André foi-se embora sem alarde, como um tiro pela culatra. Alegou precisar de férias. Não me convenceu, ainda mais quando fiquei sabendo que iria ficar alojado com seus (ex-) “irmãos” monges.

André já foi monge. Tudo me leva a crer que - apesar de hoje em dia casado - ele tivera uma recaída. Deu pra trás. Acredito que será só questão de tempo para Cibele (sua esposa) se ver dividida, pelo menos, com o Diaconato do poeta. Ultimamente ele andava suspirando ao recordar sua fase passada no seminário. Quase golfando. E agora, pronto, o fim, visita uma de suas antigas vivendas.

Em seu Blog o poeta diz está tranqüilo, “muito tranqüilo”. Não creio que tenha dito isso sem estar ao menos com uma Bíblia na mão, ou rodeado de seminaristas (risos). Esta devoção de André me lembra outro poeta daqui de Garanhuns: Adelmo Camilo. Tenho medo de que a religiosidade cape o que pode vir a ser a poesia de André; mas tenho medo, principalmente, de que ele se encontre por lá com a alma de José de Alencar. Dá pra imaginar um encontro desses?

Comments:
eita porão wag,
sera q andré vai dá pra traz?
virá monge mongou rsrsr
ou vira santo.
ele tem essas onda visse.

ele tá saudades dos mongges porra.
cibele vai voltar só do Ceará tais ligado. mininio porra, minino
do poeta infinito:
Hortttttttta maria gonzales
 
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